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domingo, 5 de outubro de 2014

Castelo de Fogo - Patricia Wilson - Sabrina Especial de Férias 2 Histórias


A luz púrpura do entardecer, as paredes de pedra do Castelo de Fogo brilhavam, formando um cenário de encanto e magia. Laura suspirava e admirava a majestosa construção espanhola onde estava traçado o seu destino. Ali vivia o conde Rodrigo Diaz, com sua impetuosidade, seu fascínio, sua sensualidade... "Você vai ser minha esposa ou minha amante. Escolha, Laura." Como resistir ao impulso que a atirava para os braços convidativos de Rodrigo Diaz?

Temas: Ciumentos-Possessivos e Dominadores, Médicos(as)/Enfermeiras, Mocinha Determinada, Mocinhos Espanhóis, Mocinhos mais velhos

Comentário - CONTÉM SPOILERS


Essa é mais uma história clichê da Patricia Wilson, mas não deixa de ser muito boa!

Laura é uma moça muito bonita, loira, olhos azuis, 24 anos, língua afiadíssima e enfermeira-chefe em Londres. Parece até o clone da Júlia do livrinho Entardecer em Camargue, né? Só mudou o nome mesmo! Pois ambas são loiras de 24 anos e enfermeiras-chefes. E ambas vão para fora de seu país cuidar de algum parente do mocinho e se apaixonam por ele. Mas a diferença é que gostei muito mais do Rodrigo, o mocinho deste livro!! Mas falando sobre a mocinha: ela é noiva de um médico (mais uma semelhança com a Júlia) e foi pra Andaluzia cuidar de uma condessa. Ela tem uma vida boa em Londres, um noivo cobiçado, mas está cheia de dúvidas, por isso decidiu aventurar-se na Espanha.

Quando ela chegou, sofreu um pequeno acidente de carro, nada grave, e foi salva por cavaleiro muito lindo e arrogante, que loga se desmancha em elogios:


— Você é incrivelmente bela — o cavaleiro murmurou como se falasse consigo mesmo. — Seus cabelos parecem fios de ouro brilhando à luz do sol e seus olhos são como duas safiras. Luz e sombra, você e eu. Sol e sombra.


Coisa que só acontece em livro, né? Um bonitão fazer elogios tão poéticos pra quem nem conhece! Quando ele descobre que ela é a enfermeira, fica furioso e diz que esperavam uma pessoa mais velha e robusta, não uma pessoa tão jovem e delicada. Fala coisas para fazer com que ela desista e volte pra Inglaterra. Mas como eu disse, a mocinha tem língua afiada, tão afiada que chega a ser chata às vezes, e diz que vai ficar de todo jeito. Logo ela descobre que esse homem com quem ela discutiu é o conde Díaz, filho da condessa que ela iria cuidar.

A condessa amou Júlia, imediatamente ambas se tornaram grandes amigas e o conde desistiu de mandá-la embora.


Como é típico da Patricia Wilson, não demora pra começar as cenas de ciúmes e nesse livro tem muuuuitas. A mocinha morre de ciúmes da Carlota, uma hóspede esnobe do conde,  e ele não esconde os ciúmes do noivo dela e do médico da condessa. A atração entre eles é muito forte, e não demora pra ele pedi-la em casamento. Rodrigo é do tipo que consegue tudo o que deseja e deixa claro que vai tê-la de qualquer jeito, como esposa ou amante, e nunca ela irá embora do castelo de fogo. A mocinha sempre nega.

Outra coisa que gera muita discussão entre eles é a cirurgia da condessa: o mocinho é totalmente contra e ela e o médico são a favor. Rodrigo teme que a mãe morra na mesa de cirurgia e pensa que ela poderá viver mais se estiver tranquila em casa. Quando a coisa aperta e a condessa passa mal, Laura não vê outra alternativa: propõe que se ele aceitar a cirurgia, ela casará com ele. Na verdade, inconscientemente, ela queria casar pois já estava apaixonada. 

O casamento foi lindo, a cirurgia um sucesso e o matrimônio consumado (sim, os fatos ocorreram nessa ordem!). À noite os recém-casados se davam super bem na cama, mas de dia Rodrigo era frio. A frieza acaba quando Laura foi sequestrada pela rival, ela consegue fugir e os dois se declaram.


O QUE GOSTEI:

- Ele é mandão pra caramba, mas eu adorei esse mocinho! Só pelo fato de ser tão quente e não esconder o desejo pela mocinha. Além de ser lindo, moreno e másculo.
- As cenas de ciúmes são óóóteeemas. O mocinho morre de raiva do médico da mãe. E quando o noivo dela aparece é muito pior!!


Você é um insensível, um bruto. Não sou mais um de seus súditos para obedecer-lhe cegamente, señor conde.
— Você é minha e sempre será. Homem algum a tocará outra vez. E já lhe avisei antes para não me chamar de insen­sível! — Puxou-a de encontro a si, e a beijou com fúria delibe­rada, esmagando-lhe os lábios.

- Carlota é detestável, mas Rodrigo praticamente a humilhou na frente da mocinha. Achei demais essa parte, os dois estavam no mesmo cavalo:

— Nem cavalgar ela sabe, Rodrigo? — Carlota indagou com ironia, da porta.
— Laura é uma exímia amazona — Rodrigo respondeu, seca­mente. — Acontece que Morena está com um estrepe no casco e achamos melhor poupá-la. Não é a primeira vez que Diablo nos carrega juntos e espero que não seja a última. Daqui para frente ele terá de controlar seu temperamento ou serei obrigado a comprar outro cavalo.

Uauu, falar que vai trocar seu amado cavalo para que os dois cavalguem juntos sem problemas foi demais! Por esse e outros motivos nunca pensei que a rival fosse uma ameaça, pois Rodrigo demonstra seus sentimentos por Laura na frente de Carlota.

- Geralmente as mocinhas da Patricia Wilson não baixam a cabeça nem pra rival! Eu adoro isso e amei o que a Laura disse pra Carlota no jantar.

— Ela me parece tão pálida quanto a senhora, condessa. Não acha aconselhável arranjar alguém mais saudável e menos frágil?
 Normalmente, senhorita, minha aparência é esta mesma — Laura interveio com firmeza, ciente de que todos os olhares se voltavam para ela. — E a condessa não precisa que a vigiem e, sim, de um ambiente calmo e sem intromissões. Mas, é claro, se ela desejar alguém mais "saudável", sempre haverá a possi­bilidade de eu pintar o meu rosto como o de um palhaço.

Hahaha ela falou isso porque a rival estava tão maquiada que parecia um palhaço.

- Outra coisa que AMEI: o mocinho quebrou várias tradições pela mocinha. A mais bela foi na catedral, durante o casamento. 

- Fala sério, como ela não notou que ele a amava? O cara pode escolher váras pretendentes, pois é lindo, rico e tem título de nobreza, mas escolhe uma moça simples, propõe casamento, diz que nunca vai deixar ela ir embora e quebra tradições milenares por ela! As mocinhas são cegas e sempre sentem necessidade de ouvir o "eu te amo", né? Se ele quisesse um caso passageiro, faria dela amante e ponto! No começo do livro, há um pequeno acontecimento entre os dois (envolvendo mais uma tradição da família) que no final do livro ficamos sabendo que ele já a amava desde o começo, devido a essa tradição, que é o pôr-do-sol. (quem leu, vai entender). 

- Pra quem gosta de mocinhos mais velhos, esse é uma boa pedida. Ela tem 24 e ele 38, são 14 anos de diferença. Mas a diferença de idade em momento algum é empecilho pra eles.

O QUE NÃO GOSTEI:

 Foram pouquíssimas coisas que não gostei, na verdade, estranhei.

- Não é estranho o fato de Rodrigo não querer a cirurgia de jeito nenhum, mas quando Laura propõe a troca, cirurgia por casamento, ele aceita rapidinho? A primeira pessoa a querer cirurgia deveria ser ele, que é filho da condessa. Mas ele tem umas atitudes meio estranhas, afinal, quer que a mãe se recupere ou não?

— Chamem o médico, por favor. — Ela pediu, empurrando Rodrigo para o lado a fim de abrir o vestido da condessa.
— O que está fazendo? Deixe-a morrer em paz!

- Além da atitude esquisita com a mãe, ele fez duas declarações pra Laura, que se fosse pra mim ficaria morrendo de medo! kkk

— Você agora é minha, Laura — Rodrigo murmurou só para ela. — Enfim está usando o anel de esmeralda, e por nada neste mundo a deixarei ir embora. Se me abandonar eu a encontrarei onde estiver e a matarei

— Vou pedir a Maria para trazer nossa refeição aqui, mas antes quero que saiba de uma coisa, condessa. Você agora é minha. Minha para o meu prazer, para gerar o meu filho e para viver comigo até o fim de nossas vidas. Se ousar fugir de mim, eu a matarei.

Que declaração doida é essa? Eu chamaria a polícia kkk Mas é lógico que há uma explicação pra esse medo absurdo do mocinho, e é lógico que a explicação é ..........rufem os tambores.......... trauma! haha a condessa não é sua mãe verdadeira, a mãe biológica o abandonou.

- Outra coisa que não me agrada muito - nos livros em geral - são títulos de nobreza. Acho muito pomposo, e geralmente esses nobres são cheio de frescurites, tratam os empregados com muita formalidade. Prefiro a simplicidade dos fazendeiros.

Enfim, na minha opinião é um livro muito bom. Um livro que costumo reler. E o Rodrigo é um dos meus mocinhos favoritos!
Ahh, lembrando que o mocinho fala o idioma mais sexy do mundo: o espanhol! Imagine um moreno lindo sussurrando ao pé do ouvido com esse sotaque maravilhoso. Êta Laura sortuda!!


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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Mistérios do Oriente - Penny Jordan - Sabrina Extra Edição de Férias


Que tipo de mulher seria atraente para um oriental?, cismava Clara. O que seduziria Raul D'Albro, aquele moreno de fascinantes olhos verdes, que se fazia passar por seu marido? Sedas finas, brocados e véus diáfanos no rosto, que a fizessem parecer submissa e obediente como as muçulmanas? Não os usaria jamais! Nada faria para seduzir aquele homem, ainda que estremecesse de amor a cada carícia que ele lhe fizesse! 

Temas: Sheik, Casamento de Conveniência, Mocinho Ogro, Possessivos - Ciumentos/Dominadores.

Comentário

Meninas, esse resumo do livro não ajuda em nada, né? Então vou fazer um resuminho bem resumido, rsrs.

A mocinha Clara ganhou da madrinha uma estadia num hotel de luxo em Londres de presente de aniversário de 22 anos. Uma coisa muito mirabolante aconteceu no hotel - envolvendo ela e uns orientais - coisa que só acontece em livros mesmo. Ela salvou o sobrinho bebê de um sheik árabe. O Sheik disse que o sobrinho corria perigo, pois uma facção queria matá-lo, então pediu pra Clara participar de um plano em troca de uma fortuna. Ela aceita porque queria dinheiro para pagar os estudos do irmão de 12 anos. O plano era o seguinte: Deixar que os inimigos pensassem que o bebê estava morto,  e casar-se com Raul D'Albro, o sobrinho do sheik, fingindo que o bebê era filho dos dois.

O mocinho é super ogro no começo e na metade do livro. Ele tratou super mal a mocinha, julgou, disse que o tipo dela não o traía, nem despertava desejo e que se ele pudesse escolher nunca se envolveria com uma europeia. Na verdade o mocinho é traumatizado, ele é mestiço, seu pai é francês e a mãe era árabe. Os dois se separaram e o mocinho cresceu acreditando que o pai maltratou a mãe, quando ele era criança foi desprezado por ser mestiço. Por isso prometeu a si mesmo que só se casaria com uma moça árabe, dócil e obediente. Deixou claro pra mocinha que não pretendia levá-la pra cama, que seria casamento de aparências, que achava ela interesseira, etc, etc.

Apesar de toda essa repulsa que ele tinha, morreu de ciúmes achando que Teddy, irmão dela, era um amante. E a mocinha não contou a verdade.

Acontece que a atração entre eles era muito forte e ambos acabaram se entregando. O mocinho fica chocado quando descobre que ela era virgem e exige que os dois se casem pois ela poderia estar grávida (eles não eram casados ainda, fingiam ser).

Nessa hora me dá raiva de mocinhas "cegas". O homem disse que a queria e faria de tudo para tê-la com ele (sim, o mesmo homem que antes disse que ela não o atraía), disse que estava TORCENDO para ela estar grávida para que isso a prendesse a ele! Fala sério, só um cara muito apaixonado falaria isso né? Se ele tinha tanta aversão a europeias, porque de repente quer a mocinha a todo custo? Nenhum homem quer casar e ter filhos com uma mulher, se não tem sentimentos por ela.

"Torci para que minha semente frutificasse em seu ventre e que nascesse o filho que a manteria a meu lado..."

Não vou entrar em muitos detalhes do final. Basta dizer que o mocinho mooooorree de ciúmes do suposto outro amor dela, e ela também ficam com ciúmes da prima dele, com quem ele deveria casar, mas não casou porque se recusou a mudar de religião. Essa vilã aparece, e é uma megera. Achei o final emocionante...tem rapto da mocinha, uma declaração linda do mocinho:

Amar Nádia, que é isso, Clara? Nádia poderia ter sido minha esposa se eu mudasse de religião. Mas fui orgulhoso demais para concordar com isso e por algum tempo supus estar triste porque a religião nos separava. Mas vou lhe dizer uma coisa, Clara: se fosse religião que me impedisse de ganhar o seu amor, eu me converteria dez vezes para não ficar sem você

Só acho que o final poderia ser um pouco mais detalhado.

Achei nosso casal. Poderia muito bem ser esse aí. O mocinho é descrito como uma sexy mistura de francês com árabe. E a mocinha é uma loirinha "frágil". Esse modelo é de matar, né??? É o David Gandy




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domingo, 28 de setembro de 2014

Um hotel nas Bermudas- Elizabeth Graham - Sabrina Extra Edição de férias




A primeira vez que Serena se entregou a um homem foi com toda a paixão e alegria de seus vinte anos, com toda a doçura de um coração apaixonado. Mas o caso durou pouco. Apenas o tempo de saber que Benedict Ramsey era casado. A dor da desilusão foi tão grande que por muito tempo ela se fechou para o amor. Somente David Storey conseguiu fazer renascer sua esperança de felicidade, seus sonhos de mulher. E seria com ele que se casaria... se Benedict não tivesse voltado para atormentá-la, fazê-la desejar sentir novamente o calor de seu corpo sedutor.

Temas: Reencontro, Comprometido com outro, Mocinha determinada,  Mocinhos que sofrem.


Comentário


Essa história lembra a minha última postagem "Aventura no Caribe", lembra que eu falei que não era muito original? Pois bem, nos dois livros o mocinho é casado, mas ama perdidamente a mocinha. A mocinha descobre e o abandona. Anos depois se reencontram em um lugar paradisíaco.

Neste livrinho, Benedict Ramsey teve um romance com Serena (uma estudante de arte). Estavam muito envolvidos, quando ela descobre que ele era casado....e havia se casado por interesse com a herdeira de um banco. A mocinha fica chocada, faz o escarcéu e abandona o mocinho. 

Seis anos depois, a mocinha estava morando em Bermudas. Era dona de um hotel, que na verdade era a mansão que herdou do pai. O pai havia morrido no dia em que ela descobriu a verdade sobre o mocinho, ela voltou para Bermudas descobriu que o pai estava falido, então o jeito foi pegar um empréstimo e transformar a mansão num hotel. Assim teria uma fonte de renda, e não venderia a mansão.

Ela estava noiva de um rapaz lindo, seu hotel fazia sucesso, estava mais linda e madura, porém seu coração tinha virado um bloquinho de gelo. Após 6 anos de trauma, o mocinho se hospeda no hotel dela acompanhado da....filha! A esposa dele havia morrido há uma semana. Serena ficou estarrecida. Mas ao invés de agir com nervosismo, foi senhora de sim, tratou-o com frieza. 

Não há nenhuma dúvida que o mocinho sempre a amou, quando tiveram o romance, enquanto estiveram separados e ao reencontrá-la. Ao contrário de muitos mocinhos, ele não é nadica frio e arrogante. É um pai super carinhoso, demonstra os sentimentos pela mocinha. Quando ela está com o noivo ele demonstra tristeza e ciúmes, quando estão juntos ele demonstra desejo, carinho, amor.

Gostei da determinação da mocinha, mas não gostei nada do jeito que ela tratou a filha de 8 anos dele. Foi muito fria, até a menina percebia. Não gostei nada, pois a menina estava precisando de carinho e atenção devido a morte da mãe, e a mocinha age com desdém.

Há um momento em que finalmente ela deixa a frieza de lado e os dois se pegam no quarto. Então ela percebe que ainda o ama, deseja e não pode se casar com outro. O mocinho desde o início tenta conversar com ela sobre o passado, quer explicar tudo pra ela, mas ela não quer nem saber. Não vendo saída, ele joga a bomba: foi ele quem emprestou dinheiro pra ela fazer o hotel. Todos esses anos ele esteve preocupado com o bem estar dela, mesmo de longe. Com isso a mocinha decide ouvi-lo e fica sabendo sobre o casamento dele, o coitado havia comido o pão que o diabo amassou. Seu maior desejo era casar com a mocinha, mas ele tinha um dever com a esposa...a esposa era esquizofrênica, se ele a deixasse ela ficaria só no mundo.

E ainda diz que ela foi o único caso extraconjugal dele. Que antes de conhecê-la, ele até tinha seus desejos, mas nunca teve coragem de trair a esposa, mas quando viu Serena, foi incapaz de controlar. E mesmo quando ela o deixou, ele sonhava um dia poder ficar com ela. Apesar da "pulada de cerca" eu achei muito honrado da parte dele. Imaginem: um homem lindo e maravilhoso casado com uma psicótica que faz da sua vida um inferno, mesmo assim não a abandona, pois ela não tem ninguém. Na minha opinião, ele foi muito altruísta, e ao mesmo tempo sofreu demais...pois amava a mocinha, convivia com uma louca e de repente descobre que sua amada estava noiva! Por isso marquei esse livro como "mocinhos que sofrem", isso é ou não é sofrer?

Só no finalzinha a mocinha para de ser fria com a menina. É até bonitinho quando elas finalmente se entendem.

Outra prova da incrível maturidade da mocinha, é quando o sogro do mocinho aparece que fala só coisas horrorosas do genro (pois ele acreditava nas mentiras da filha). Uma mocinha boba teria acreditado, ficado com raiva do mocinho, fugido...mas para minha surpresa, Serena defendeu o mocinho com unhas e dentes, jogando na cara do velho que ele fingia que a doença da filha não existia. Ponto pra Serena!

Dá muito gosto quando um casal que seeeempre se amou, finalmente supera tudo e fica junto <3