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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Nada Será Como Antes - Sandra Marton - Especial Grandes Autoras 15 - [The Landon’s Legacy nº 02]



Esta é a história de Grant:


“Este foi o legado que meu pai me deixou: Crista Adams, minha protegida! Mas ela já não é mais nenhuma criança. Para falar a verdade, pelo modo com que leva a vida, creio até que jamais foi inocente. Mas por que justamente eu, um homem que jamais se derreteu por mulher alguma, tenho tanto ciúme dos homens que passam pela vida de Crista? Foi justamente por isso que decidi assumir o papel de tutor. Já exigi que ela se mude para meu apartamento. Sei, no entanto, que esta foi a idéia mais insensata que já tive! Agora sei que nada em minha vida será como antes...”

Temas: Tutores, Mocinho Mais velho, Mocinha determinada, Falso Julgamento

COMENTÁRIO

Olá,meninas!



Quem gosta de histórias sobre tutores levanta a mão! o/ o/ o/ Euuuu



Esse romance é parecido com muitos outros que já li sobre o tema, por isso encontrei alguns clichês. Grant Landon é um advogado de 32 anos, muito rico, bonito, bem sucedido e mulherengo. Tudo muda quando seu pai morre, deixando sob sua responsabilidade a tutela de uma "garotinha", e para seus irmãos Zach e Cade a responsabilidade de salvar 2 negócios da família.



Grant achava que Crista era uma garota de 12 anos. Na verdade era uma linda moça de 20, que precisava de tutor até completar 21 anos, dali a 3 meses. O problema é que os dois se encontraram antes mesmo de se conhecerem oficialmente. Eles se esbarraram, brigaram e acabaram aos beijos no elevador. Minutos depois, descobriram a identidade. 



Ela passa a viver com ele, mas brigavam feito cão e gato. Mas nem a raiva disfarçava o imenso desejo que sentiam. Grant, prevendo que acabariam na cama, decide passar a tutela dela pra outra pessoa. Mas antes que isso aconteça, os dois fazem amor e começam um relacionamento.



O que atrapalhava o relacionamento era a ogrice do Grant. Ele tinha um péssimo conceito sobre ela, achava que ela tinha muitos amantes, não dava oportunidade pra ela se explicar e vivia insultando-a. Até que ela o deixa.




O QUE GOSTEI:



- A mocinha às vezes era cricri, mas é impossível não gostar dela. De personalidade explosiva, extrovertida, língua afiada, batalhadora, e além de tudo resgatava cães e gatos abandonados. Não é uma fofa? 



O QUE NÃO GOSTEI:



- Acontece nesse livro uma coisa muito comum nos romances antigos: o mocinho é mulherengo sem remorso, mas criticava o fato de a mocinha ter amantes (na verdade, ela nem tinha amantes, era tudo mal entendido). Gente, eu detesto isso! Acho muita hipocrisia o cara sair com várias e nem respeitá-las, mas cobrar santidade da mulher que ele gosta. No inicio do livro, ele está de encontro marcado com uma modelo, mas está dando em cima de outra.


Ele não via a hora de retornar a seu próprio mundo, a sua vida. Sorriu intimamente ao vestir a camisa. Certamente fora um pouco brusco com Kimberly... Kimberly e aquele corpete vermelho. Mas com uma dúzia de rosas vermelhas de hastes compridas e uma caixa de chocolate Godiva...
E havia aquela srta. Madigan com suas longas pernas e os sutis toques de renda negra...

Que dilema, ter que escolher entre as duas... ou simplesmente não escolher.

Ou seja, ele deixa claro que pode ficar com as duas ao mesmo tempo.

- Pra piorar a mocinha é virgem! Calma, não tenho nada contra virgens. A revolta é justamente o que eu estava falando: o cara usa todas as mulheres, aí quando conhece o amor, ela é virgem. É como se fosse um prêmio. Eu gostaria de que ela tivesse tido experiência antes, pra baixar a bola dele. É nesse aspecto que gosto dos livros contemporâneos, não há essa hipocrisia nos homens e as mulheres tem vida sexual, mas nem por isso são consideradas "rodadas".

- Como já falei, não gostei da hipocrisia do Grant e também o fato de ele ter sido muito estúpido com ela o livro inteeeeiro. Criticando as roupas dela, falando que ela queria chamar a atenção dos homens, blablaba.




Conheci  a série dos irmãos Landon por essa história, vou procurar dos outros irmãos para compartilhar.



sábado, 11 de outubro de 2014

Flor do Mal - Sandra Marton - Julia 559


Na festa de seu noivado com Alan Fowler, Paige conheceu Quin, irmão dele. Um homem fascinante, como que saído de seus sonhos. Arrebatados pelo desejo, sucumbem ao magnetismo que os envolve e se beijam com desesperada paixão.
Mas Quin não sabia que Paige era noiva de Alan. Sentindo-se enganado, ele reaparece no dia do casamento deles, disposto a roubar Paige do irmão! Seus lábios prometiam vingança, mas seus olhos os desmentiam... 

Tema: Casamento Forçado/Conveniência, Mocinho Ogro, Ciumentos/Possessivos e Dominadores, Comprometido com outro, Chantagem, Cunhados, Falso Julgamento

Comentário

Como vocês leram no resumo, na festa de noivado, a mocinha ficou totalmente atraída pelo irmão do noivo! E ele caidinho por ela, o detalhe é que eles não se conheciam. Dias depois, quando Paige vai a um jantar com a família do noivo, ela encontro o homem lindo e misterioso lá, ele estava furioso porque ela o deixou na festa de noivado. Quinn sabia que ela era noiva, mas não sabia que o próprio irmão era o noivo, por isso ficou insistindo em seduzi-la, falando que ela seria dele. Mas ficou possesso quando descobriu que a mocinha era sua cunhada.
No dia do casamento, Quinn aparece no quarto da Paige, falando que descobriu que o pai dela desviou muito dinheiro da empresa da família dele, e a chantageou: se não se casasse com ele, ele revelaria o crime do pai.

O mocinho alegou que estava "protegendo" o irmão, pois ele não merecia uma mulher como ela. Ahhhh vááá! Por que cargas dágua uma pessoa se casaria com alguém que considera interesseiro, trambiqueiro e vulgar? Ele poderia muito bem proteger o irmão revelando a verdade sobre o pai dela, contando que eles haviam trocado beijos na festa do noivado, etc, etc. Mas "proteger" se casando com uma pessoa que considera tão ruim? Essa é  A PIOR desculpa que os mocinhos inventam, e por incrível que pareça já li váááárias histórias assim.
Nesse caso, qual seria a melhor solução para o mocinho:

a) Revelo a falcatrua do pai da mocinha para todos, e também da traição dela.
b) Caso com a mocinha para proteger meu irmãozinho indefeso, mesmo achando que ela é uma vadia interesseira e mesmo que minha família me odeie por ter fugido com a noiva do irmão no dia do casamento.

Ok, nós sabemos que apesar de todas as desculpas do mocinho, ele fez tudo isso porque a quer para si. Então por que não arruma desculpas menos ridículas e mais convincentes?

A mocinha, apesar de meio bobinha, não é burra:

  A quem você quer enganar, Quinn? Acha que acredito nessa sua generosidade? Você seria mesmo capaz de se sacrificar para proteger seu irmão? Teria se casado com uma mulher qualquer ape­nas para poupar Alan? — Foi a vez de Paige rir. — Ora, não me venha com essa conversinha fiada! Casou-se comigo porque me desejava. Você me queria para você. Ainda quer...

Eles se casam e o mocinho a leva para Londres. As coisas estavam muito tensas em entre eles: o mocinho sempre a insultando, acusando e ela fugindo da noite de núpcias. Quando as coisas começaram a ficar cordiais entre eles, Quinn a leva num jantar com um cliente, mas o cliente dá em cima dela, Quinn ficou possesso, desfez do negócio, perdeu o cliente e quando chegou em casa acusou Paige de dar trela ao homem. Eu achei o cúmulo!! Será que ele é tão cego que acha que ela daria atenção ao gordo velho grosseiro?
As coisas esquentam, e ele decide consumar  o casamento. Começou rude, mas no final ambos queriam muito, e o casamento finalmente foi consumado. Mas no dia seguinte, a mocinha vai ao encontro dele toda sorridente e feliz, e se depara com um homem frio, sério, fechado. O idiota disse que foi apenas sexo, que ela não deveria dar importância. Ai que vontade de bater nesse imbecil!!! Após a primeira noite de amor entre eles, e primeira vez da mocinha, ele a trata como se ela não significasse nada. Não dá pra entender! Que homem complicado... E ainda por cima inventou de viajar a negócios de ultima hora.
Ela fica arrasada. Bem, depois acontece um pequeno episódio que tomou grandes proporções...o pai dela aparece pedindo dinheiro, ela pega dinheiro do marido e dá pro pai. A empregada fuxiqueira conta pro patrão...Quinn manda ela embora de casa, pois achava que o tal homem era o ex-cliente dele.
O que acontece depois é digno de novela mexicana. Gravidez, desmaio, reencontro após 3 meses. Eu fiquei pooota da vida com a mocinha, pois depois de tudo o que ela passou, a reação dela ao reencontrar o mocinho foi como se nada tivesse acontecido. Geeeeeente, o cara a humilhou, chamou de vagabunda, desprezou-a após a noite de amor, expulsou-a de casa sem ouvir explicações e ela ainda o perdoa rapidinho? Tipo, não falou nada! E que moral ele tinha pra acusá-la de trair o irmão dele, já que foi ela que deixou claro era noiva, que não podia trair o noivo, mas ele insistiu falando que não tinha importância...quanta hipocrisia!
Essa vai pra lista das bobas e ele, com certeza, pra lista dos ogros.


A história tem uma pontinha solta: quando eles estavam no climão, sem se falar, um dia quando ele chegou do trabalho ela sentiu cheiro de conhaque e perfume doce nele, ou seja, estava com alguma mulher. Será que ele pulou a cerca, será foi apenas um encontro de negócios? Não se sabe, pois a mocinha não perguntou nada e esse detalhe não voltou a ser mencionado no livro. Não há dúvidas de que ele a ama muito, apesar de tratá-la com grosseria, pois só se amasse pra casar com ela, enfrentar a família.

Bom, o livro começou com tudoooo. Adorei o começo, aquele clima de amor proibido numa festa à fantasia com todos mascarados. O mocinho tão apaixonado por ela...mas depois o príncipe virou sapo e acho que por isso a história perdeu um pouco a qualidade. Mesmo assim, vale a pena ler!


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