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domingo, 20 de dezembro de 2015

O Preço de uma dívida - Linda Howard - Momentos Íntimos 156




Michelle está perturbada. Rafferty, de maneira ostensiva, mede-a dos pés à cabeça, e em seguida detém o olhar nas curvas dos seios bem-feitos. Ela sente que enrubesce; jamais um homem a olhara de tal forma, como se a desnudasse.
O medo e a revolta crescem dentro de Michelle. A proposta que acabara de ouvir dos lábios daquele homem é indecorosa, abjeta.

“Chega!”, ela grita. “Você não pode me tratar assim! Jamais me tornarei sua amante para pagar as dívidas deixadas por meu pai!”


Temas: Fazendeiros,  Mocinho devotado, Traumas/Violência, 

CONTÉM SPOILERS

Olá, meninas!

Pra variar um pouco dos livros eróticos, trago pra vocês um romance da Linda Howard, uma autora que adoro.

Esse livro vai seguir alguns velhos clichês, mas nao deixa de ser bom.

Michelle faz o tipo patricinha que nunca precisou trabalhar pois tinha um pai rico e depois um marido rico. Mas o cenário mudou quando o ela se divorciou e seu pai morreu deixando-a atolada em dívidas, com uma fazenda em decadência.

Pra surpresa de todos, ela decide salvar a fazenda sozinha. Masss a situação complica quando ela descobre que seu pai tinha uma dívida grande com Rafferty, o fazendeiro vizinho. Acontece que ela hostilizou John Rafferty por muito tempo, pois desaprovava seu estilo de vida mulherengo e seu jeito arrogante (na verdade ela nutria uma paixão secreta que nem ela própria reconhecia).

Quando ela o chamou pra discutir sobre a dívida, Rafferty agiu como um canalha (do mesmo modo que vááááários mocinhos de romances): ofereceu quitar a dívida em troca de sexo. Michelle ficou revoltada e não aceitou.
Mas de repente ele retira a proposta ultrajante e propõe um acordo que beneficiaria ela e quitaria a dívida. Além de tudo, ele passa a cuidar dela, proibindo que ela fizesse o trabalho pesado da fazenda e mandando seus empregados trabalhar lá.

Não demora nada para os dois se tornarem amantes. A partir da primeira noite juntos, tudo mudou entre eles. Michelle passou a admitir que o amava e ele a tratá-la como uma princesa.

O grande conflito do livro passa a ser o casamento traumático da Michelle e as novas ameaças do seu ex. O homem voltou a procurá-la, louco de ciúmes. Nós sabemos que a qualquer momento ele iria aparecer e certamente aconteceria uma tragédia.

CONSIDERAÇÕES SOBRE  O LIVRO:

- Gostei, é difícil não gostar de um livro da Linda Howard. Mas com certeza esse não é o melhor...comparando com uns livros mais novos dela que li, esse não parece ser tão bem escrito e envolvente como os outros. Na verdade, se não tivesse o nome da autora, nem diria que é da  Linda. (Se você leu "A Montanha dos Mackenzie" nem espere que este livro chega a altura...)

- O mocinho fez uma proposta suja, mas acabou retrocedendo. Ufa! Pois DETESTO essa temática de mocinhas que se tornam amantes por chantagem.

- Acho que tudo entre eles ocorreu rápido demais. Foram 10 anos se hostilizando, se desprezando e, de repente, depois da primeira transa fica tudo lindo e romântico entre eles.

- Achei muito fofo o fato de que o Rafferty a amou em silêncio por tanto tempo e construiu uma casa pensando nela.

- Poxa, mas por que bigode, hein Linda Howard? Esse mocinho seria perfeito se não fosse o bigodão preto lustroso hahahaha (mas como sempre, vamos passar a gilete mental e fingir que ele tem a cara lisa, beleza? Até barba é aceitável, bigode não!)

- Tem cenas de sexo, mas no estilo leve dos livrinhos de banca, certo? Nada picante...tudo sutil, sugestivo e romântico. Gosto assim também :)













quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Nevasca - Linda Howard


Como confiar em alguém que você não conhece, mas que não consegue deixar de querer?
Em meio a uma nevasca em Idaho, Hope Bradshaw oferece abrigo a um estranho, e num instante, floresce uma paixão faminta entre eles. Quando um boletim de rádio avisa que um condenado perigoso escapou de um ônibus a caminho da prisão a poucos quilômetros de sua casa, Hope sente seu sangue gelar; o desejo a cegou aos riscos de confiar em um homem que é especialista em cobrir seus rastros? 

Temas: Isolados, Viúvo(A)

Comentários - Contém Spoilers

Oi, meninas!


Eu adoooro a Linda Howard, ela já escreveu livros ótimos e criou o nosso TDB Wolf Mackenzie (A Montanha dos Mackenzie).

Nevasca é um livro super curtinho (55 páginas), pra minha tristeza, pois ficou um gostinho de quero mais, e tudo aconteceu rápido demais pra ser convincente. Por esse motivo, não tem razão para o meu post ser longo.

Achei o romance ousado e até polêmico. Imagine a seguinte situação:

Hope, uma viúva, estava sozinha no chalé nas montanhas durante uma grande nevasca. Ela estava pensando no seu longo período sem sexo (5 anos) e morrendo de desejo, quando um estranho pede socorro na sua porta.

Ela o deixou entrar e ele caiu inconsciente. Em seguida, despiu a ambos e deitou-se nua sobre ele para combater a hipotermia. Geeeente, quem em sã consciência faria isso? Deitar-se nua com um completo estranho?

Ela caiu no sono e quando acordou, o estranho - ainda inconsciente - estava excitado e penetrando-a! 



A atitude sensata seria pará-lo, afinal, ela não sabia nada sobre ele. Mas a coitada estava tão na seca, que permitiu, acabou adorando e repetindo.

Quando ele ficou consciente, havia constrangimento no ar, mas voltaram a transar hahaha A cena é descrita com muito erotismo, e a situação em si já é bem erótica, estranha, mas erótica.

Após a intensa sessão de sexo, a mocinha ouviu pelo rádio que havia fugitivos de um presídio nas proximidades e pra aumentar seu medo a história que o mocinho contou não batia. 
Há mais coisas no desenrolar da história. No final, como era de se esperar, ele não era um fugitivo e ambos trocam declarações de amor.


ALGUMAS CONSIDERAÇÕES

- Ameeeeei o cenário do livro. Amo quando se passa numa cabana, chalé, numa situação onde o casal fica isolado. Pra ficar mais gostoso, em meio a neve! Não tem cenário melhor pra mim; melhor que praia, melhor que a cidade grande, melhor um oásis no deserto. Afinal, no frio é melhor de ficar agarradinho.

Já imaginou vc com o seu love num lugar desse? Cobertor, lareira, chocolate quente e muita agarração rsrs



- O que vocês acharam da atitude da mocinha? Não a de ajudar, mas a de fazer sexo com um estranho. Ele poderia ser um psicopata, poderia ter doença transmissível, poderia ser casado...Acho que ela já tinha intenções, pois se fosse um cara horrendo, duvido que ela agarraria nua. hmmmmm

- Gostei muito da situação inusitada, mas seria bem melhor se a história fosse mais longa. MESMO assim, tiro de novo meu chapéu pra Linda Howard. Ela escreve bem e a história é bem gostosa!

- Essa semana comentei aqui que não curto muito romances em que o casal se conhece e no mesmo dia já está se declarando. É o caso desse livro. Foi um tempo curto demais pra ir dizendo "eu te amo", "case comigo", "vamos ter filhos". Ainda assim gostei da história e recomendo.




quarta-feira, 18 de março de 2015

A Montanha dos Mackenzie - Série Mackenzie #1 - Linda Howard - Rainhas do Romance 2




Ruth, uma cidade pequena do Wyoming, está prestes a aprender algumas lições com a nova professora local. Para começar, Mary Elizabeth Porter está decidida a convencer o jovem Joe Mackenzie a voltar para a escola. Mas Joe e seu pai, Wolf Mackenzie, sofrem o preconceito dos habitantes de Ruth por serem metade índios e metade brancos.

Além de todos os obstáculos morais, Mary enfrenta também a natureza inóspita da montanha dos Mackenzie e, em meio a uma forte nevasca, segue para a fazenda deles. No meio do caminho, encontra Wolf. Agora, Mary sabe que também terá de amaciar o coração amargurado de Wolf e ensiná-lo a maior de todas as lições da vida: a capacidade de amar e de se deixar ser amado.

Temas: Índios, Mocinhas determinadas, Mocinhos que sofrem, Professor(a), Fazendeiros

Comentários - CONTÉM SPOILERS


Adoro esses livros contemporâneos eróticos (ex.: a série With me in Seattle), mas falta nesses livros o que há de sobra em A Montanha dos Mackenzie: drama, conflitos que nos prendem e nos emocionam. Conflito nesse livro da Linda tem aos montes, é impossível não se emocionar e se envolver com o drama de Wolf e Joe Mackenzie, pai e filho de origem indígena que são marginalizados e hostilizados pela cidadezinha. É impossível não admirar a coragem e a determinação da pequena professora Mary Elizabeth.

O livro já começa em alta temperatura:






     Mary Elizabeth Porter, a nova professora de Ruth, fica sem entender porque Joe Mackenzie, um rapaz de 16 e melhor aluno da escola, havia abandonado os estudos antes mesmo de ela chegar à cidadezinha. Intrigada, ela resolve ir à montanha dos Mackenzie onde Joe morava com o pai, mas é surpreendida pela nevasca e por seu carro quebrado. É aí que aparece Wolf Mackenzie, que chega sem dizer nada, já pegando ela no colo para tirá-la da neve.
Mary é descrita como uma típica professora solteirona, se veste muito mal (até o mocinho acha isso), nunca teve contato íntimo com homens (nem um beijinho! aí já é um exagero para uma mulher de 30 anos, né), é baixinha, branca, com cabelos castanhos claros, olhos azuis e óculos de grau. Ela fica intimidada com aquele gigante másculo e Wolf interpreta a reação dela como repulsa por ele ser mestiço (que dó!).
Mas quando eles estão na fazenda, ele percebe que a reação dela é devido à timidez e falta de contato mais íntimo com os homens, não por preconceito. As coisas esquentam (lembrando que ele estava necessitado de uma mulher na noite anterior hahah) e eles trocam um beijaço, o primeiro beijo da Mary, a coitadinha nem sabia beijar. Apesar de Mary ser inocente como uma criança, ela correspondeu ao beijo sem reservas, não só ao primeiro beijo, mas a todos os momentos íntimos que teve com Wolf.
Após o beijo, conhece Joe e para sua perplexidade, descobre que pai e filho são abertamente hostilizados por sua origem indígena pelo povo da cidade, o rapaz era menosprezado até por alguns professores, por isso decidiu abandonar os livros e se dedicar à fazenda. Mas Mary como excelente professora e ser humano que se preocupa com o próximo, descobre também que a grande paixão de Joe era pilotar avião, então consegue fazer com que ele pelo menos aceite ter aulas particulares com ela para poder entrar na Academia da Força Aérea.
Tudo isso que comentei até agora se passa no comecinho da história, digamos que é apenas 5%. Para não o post não ficar gigante (visto que adoro o livro e posso ficar empolgada demais), tentarei resumir o resto o máximo possível: Mary se dedica à escola durante o dia e às aulas particulares para Joe durante à noite, nesse meio tempo ela e Wolf ficam muito envolvidos, embora Wolf tente se afastar dela, pois tem medo que ela sofra represálias do povo da cidade por se envolver com ele. 
Além de todo o preconceito que pai e filho tem que enfrentar, há outro grande drama do passado, Wolf foi acusado e preso por estupro, ele não era culpado, mas como não acharam o verdadeiro culpado jogaram a culpa no indígena. Esse trauma volta a assolar quando começam a aparecer na cidade moças violentadas, logo querem jogar a culpa em Wolf de novo. Mary não acreditou nas acusações e defendeu- o até o fim.
Não demora para os dois se envolverem emocionalmente, sexualmente e em todos os sentidos. Enquanto Joe continuava com sua dedicação aos estudos e enfrentando a hostilidade das pessoas, Mary se tornou uma "muralha" em defesa dos amados dela, ignorando os comentários malvados das pessoas, e Wolf tinha que lidar com as acusações de estupro.
Um acontecimento traumático muda o jogo, provando que Wolf era inocente e fazendo com que ele fosse à caça do estuprador. Os momentos finais são cheios de tensão e ação.


O QUE GOSTEI (não vou colocar o que não gostei, porque não há nada que eu tenha desgostado)

- Esse trio de personagem é CATIVANTE. Sinceramente, eu pegaria pai e filho (separados, tá! rs), o Joe é jovenzinho mas é super maduro pra idade (também pudera com tudo o que ele passou), é tão bonito e alto como o pai. Mas ninguém supera Wolf Mackenzie (ele está na lista dos meus mocinhos favoritos. meus, só meuuuuus! hahaha ), a descrição física dele  é TDB, ele tem muita dignidade, criou sozinho o filho, foi preso injustamente,  sofreu preconceito, mas superou tudo isso. E tem uma libido...ulalá!

- O que falar da Mary Elizabeth? Ela não é feia, mas está bem longe dos padrões da moda, todavia isso não significa nada perto do caráter, determinação, generosidade e força dessa mulher. Ela é uma personagem incrível! Dessas que marcam mesmo.

- O enredo do livro é demais. A trama é muito bem construída, tanto que é impossível não se envolver com os personagens e quase chorar. Os temas preconceito e injustiça me fizeram tremer de raiva...quando isso acontece fica claro pra mim que a autora é mto boa!

- É hot na medida certa.

- O epílogo é maravilhoso

- Há continuação com cada filho deles. O próximo da série (que postarei em breve) é com o Joe Mackenzie.



                                                                             BAIXA AQUI



quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Amando Evangeline - Linda Howard - Série Duncan Cannon 02




Sinopse: 


Alguém estava sabotando a empresa de Robert Cannon, e ele sabia. E prometeu a si mesmo que faria a pessoa pagar por isso. Cannon contratou um investigador que descobriu o sabotador: Mercer, um programador da empresa de Cannon, e mais, ele descobriu também que Mercer visitava de modo regular um porto desportivo em Guntersville, uma cidade pequena no lago Guntersville, próxima ao rio Tennessee. "A proprietária do pequeno porto era uma mulher chamada Evie Shaw; os investigadores ainda não tinham conseguido encontrar nada anormal em suas contas bancárias ou nos seus hábitos, o que talvez só significasse que era mais esperta do que Mercer. " Cannon resolve ir para esta cidade e pesquisar por conta própria o envolvimento de Evie com Mercer, e poder desmacarar de uma vez por todas o sabotador. Agora imaginem o que acontece quando os dois se deparam: desconfiança e desejo.


Tema: Falso Julgamento, Ciumentos-Possessivos e Dominadores, Mocinho Devotado




O Robert é um dos mocinhos favoritos das viciadas em romances. De tanto que li sobre ele, resolvi ler esse livro e estou IN LOVING com o Rob!
Primeiro temos a questão do falso julgamento; a empresa dele foi sabotada, ele sabia quem era o culpado, mas desconfiava que Evangeline estava envolvida também. O que o Robert não esperava era a tremenda atração que surgiu entre eles, a princípio ficou surpreso porque a Evie não caiu aos pés dele como a mulherada costumava fazer (adorei isso). Os dois ficaram envolvidos, mas sempre tinha o lance da desconfiança para atrapalhar; o Robert tinha intenção só de arrancar informações para incriminar os dois, Mercer e Evie, mas depois se apaixonou pela mocinha idenpendente da culpa dela ou não.
A adorável Evie não quer compromisso com homem nenhum; ela é viúva, assim que casou perdeu o marido num acidente, nem chegaram a consumar o casamento. O Robert constantemente morre de ciúmes do falecido, porque Evie era muito devotada a ele.
Finalmente a Evie se entrega à química bombástica que há entre eles, perdendo a virgindade com ele! Na primeira vez, ele estava com tanto desejo, que acabou perdendo o controle e indo com força demais (e nem sabia que a mocinha era virgem) A mocinha ficou tão esgotada e dolorida, que teve que esperar uns dias para voltarem a fazer! Depois fizeram numa poltrona! Com ele por trás...Evie pira! rss



Não podia ser gentil quando todo seu corpo e sua mente explodiam de prazer selvagem. Senti-a quente e apertada, sedosa, úmida... e sua. De ninguém mais. Nunca. Sua. 

Mas imaginem quando a mocinha descobriu toda a verdade...ficou uma fera, claro! Mandou ele sumir. Mas depois ele volta e faz uma das mais quentes e POSSESSIVAS declarações:

-Tem razão -disse com voz neutra-. Nunca quis admitir a ninguém em meu coração. Nunca quis que ninguém me importasse tanto, que ninguém tivesse este poder sobre mim -apertou os dentes-. Deixá-la fora da minha vida? Tentei-o, mas não posso. Quer tudo? Ok, sou teu. Amo-a tanto que me sinto destroçando. Mas há um problema -continuou com rapidez-. Lhe darei mais do que nunca dei a outra pessoa, mas também exigirei mais. Não pode escolher que qualidades a agradam mais; vai o pacote inteiro. O bom com o mau. E te advirto que não sou um cavaleiro.
-Não -sussurrou ela-. Não é -olhou o ardor que cobria sua fronte e a ferocidade de sua expressão. O coração lhe batia com força. A amava? Quase não podia acreditar.
-Sou ciumento -murmurou ele-. Não quero que olhe nunca para outro homem e, se algum idiota tentar algo com você, terá sorte se só lhe quebrar o braço -a sacudiu com tal força, que a ela bateu os dentes-. Desejo-a o tempo todo e penso em faze-la minha. A penetrarei com tanta freqüência, quatro ou cinco vezes ao dia, que esquecerá o que é não me ter dentro de você. Acabou-se a historia de ser cavaleiro e reprimir-me a só duas vezes ao dia. 
-Quero que esteja a minha disposição -disse-. Não posso deixar o trabalho, assim espero que adaptes seu horário ao meu e esteja disponível sempre que esteja em casa -enquanto falava, empurrava-a contra a parede. Puxou a calcinha dela para baixo. Ela agradeceu em pensamento que os vizinhos estivessem fora e se agarrou a seus ombros quando ele a levantou com as mãos sob as nádegas. O coração batia com força, o sangue corria por suas veias numa torrente de alegria. Separou as coxas e ele a penetrou com rapidez e brusquidão. Evie abafou um grito e afundou o rosto no pescoço dele.

O Robert é um dos mocinhos mais fofos que já vi; não trata as mulheres como objeto de prazer, não vai pra cama só por prazer, só tiver um relacionamento sério antes. Admiro muito homens que respeitam as mulheres, por mais curta que seja a relação. E quando ele reconhece seu amor por Evie, ah, ele a idolatra! O epílogo é lindo!

Olha como imagino o Robert! (Gerard Buttler):