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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Doce Traição - Alexandra Sellers - Desejo 116




O que teria trazido Desiree Drummond ao desértico país do sheik Salah Al Khouri? Ele sabia que ela possuía motivos ocultos. Afinal, não fora sempre assim? Ele a havia deixado escapar antes, mas não cometeria o mesmo erro duas vezes. Um pedido desesperado havia levado Desiree de volta a Salah. Embora o homem que a olhava com olhos tão frios fosse muito diferente do jovem galante por quem se apaixonara, ela lutaria por seu objetivo: impedir seu casamento de conveniência... a qualquer custo!

Temas: Sheiks, Modelo, Cicatrizados-Acidentados, Ciumentos/Possessivos e Dominadores, Reencontro.

Olá, meninas!

Hoje o livro é da rainha dos romances de sheik, Alexandra Sellers. Adoro romances com sheik - como já devo ter dito aqui - pela cenário, pela cultura tão diferente da nossa, pelo fogo, romantismo e dominação dos sheiks. Mas confesso que a Alexandra não é das minhas autoras favoritas. Dos que li, gostei de poucos.
Essa história é boa e lembra muito outro romance da Alexandra que eu adoro - O Renascer de uma Paixão, que já comentei aqui. Nos dois livros, a mocinha coloca a carreira na frente do amor. Nos dois, os mocinhos são extremamente românticos e apaixonados e foram abandonados.

Em Doce Traição, o casal se conhece desde a adolescência. Os pais da mocinha tinham um chalé numa ilha onde recebiam hóspedes. Salah (o mocinho) e Sami, a prima dele, iam passar as férias com a familia de Desi para treinar o inglês. Eles se conheceram quando ela tinha 11 anos.

Com 16 anos ela era uma moça linda, aspirante a modelo. Os dois se apaixonaram e começaram um romance com muitas declarações e promessas para o futuro que envolviam casamento e filhos, tornaram-se amantes. Mas tudo acabou com um choque de culturas: Desi posou para uma campanha publicitária e Salah não gostou nada disso, mas na verdade era mais ciúme do que choque cultural. Os dois discutiram e se ofenderam no calor do momento. Terminaram o namoro. Ele foi embora e ela decidiu entrar de vez na carreira de modelo. Dias depois Salah liga para reatarem, mas ela não aceita (ela foi muito má), dá uma grande dó dele:



         - Eu não amo você — ela gritou.
— Ama, sim — ele insistiu, mas era jovem também. — Você me ama, Desi. Nós nos amamos. Eu amo você! Eu a amo mais que o mundo. Por favor, por favor, Desi, nós va­mos nos casar!

Desiludido, ele vai pra guerra e fica muito ferido. No hospital só chamava por ela. Quando soube do acontecimento,ela enviou apenas um cartão frio e impessoal. Ele respondeu com uma carta rancorosa colocando um ponto final entre eles.

10 anos se passaram, e Desi, agora uma supermodelo, vai para Barakat, enganar Salah. A família de Sami e Salah decidiu que os primos deveriam se casar. Sami ficou desesperada pois era apaixonada por outro. Por isso pede à amiga que ela seduza Salah para que ele desista do casamento.

Ela foi com um falso pretexto de acompanhar as escavações arquelógicas do pai dele, e ele seria o seu guia no deserto. Com tanto ódio e rancor, não esperavam reviver todo o amor e paixão da adolescência.

Então essa viagem pelo deserto é cheia de acusações, desabafos, flashbacks e muita química entre eles.


Só um esclarecimento do título: não há traição no sentido de infidelidade.  
Obs.: que capa linda! A descrição dos personagens é semelhante à capa. O mocinho tem uma cicatriz no rosto devido à guerra (mas eu lembrei do Raj de Caminho das Índias)

O QUE GOSTEI:

- Adoro esse tema de voltar ao primeiro amor.  Mas também dá pena eles ficarem tanto tempo separados por bobagens.

- O mocinho é tipo que me derreto! Super apaixonado. Diz coisas lindas. E mesmo quando estava com raiva dela, dava pra perceber que ele ainda a amava, mesmo não querendo admitir.

- É lindo ver que mesmo com muitas desavenças os dois não resistem e se entregam um ao outro de novo.

O QUE NÃO GOSTEI:

- Eu entendi que nenhum dos dois teve culpa na separação porque ambos eram jovens e imaturos demais. Mas achei a mocinha muito fria e maldosa, pois terminou com ele na primeira discussão. O pior nem foi a discussão, mas o cartão frio que ela enviou pra ele quando foi ferido na guerra. Ela deveria ter ido vê-lo, ou pelo menos enviado uma carta revelando seus verdadeiros sentimentos. Isso acabou de vez com o mocinho. Que dóóó! 




terça-feira, 7 de abril de 2015

Um Toque de Paixão - Anne Marie Winston- Desejo 66


Ao conhecer o másculo e sedutor Brendan Reiliy, um homem sem interesses ocultos, a ex-modelo Lynne DeVane finalmente se sente  tentada a retirar a máscara que usou por tanto tempo e mostrar quem ela é de verdade.

Ele nunca viu o rosto dela ...
E mesmo assim, a entendia melhor do que qualquer outro.
Brendan queria confiar nela, mas a vida havia lhe ensinado a manter distância das mulheres misteriosas... E se Lynne realmente desejava Brendan, teria de provar seu amor.


Temas: Modelos, Deficientes

Comentários - CONTÉM SPOILERS


Essa é uma das minhas histórias favoritas sobre cegos. Já li várias, mas não eram tão boas. Nesse livro a autora soube ser muito convincente sobre a deficiência do mocinho.

Ele

Brendan Reilly era um advogado que perdeu a visão aos 21 anos num acidente. Ele era um homem muito bem resolvido com a sua deficiência, mas não era bem resolvido quanto a relacionamentos. Quando ficou cego ele desmarcou o casamento, mesmo sua noiva afirmando que ficaria com ele cego ou não. Ele estava na fase da negação e achava que ela não merecia ter que lidar com sua nova condição. Tempo depois, quando ele já havia aceitado a situação, vai atrás dela, mas a encontra casada com outro. Ficou muito decepcionado e passou a evitar relacionamentos. Até que conhece sua nova vizinha, Lynne, por quem ficou imediatamente cativado.

Ela

Lynne DeVanne abandonou a carreira de modelo, pois não suportava mais a futilidade e a ditadura da beleza. Ela se mudou para uma cidadezinha disposta a ter uma vida normal, anônima, evitando seu passado a todo custo. Ela também evitava relacionamentos, após um fracasso amoroso. Mas tudo muda quando conhece seu vizinho lindo, simpático e gostoso. Ela queria uma pessoa que não ficasse com ela pela aparência, e conseguiu...



Particularmente, achei a história muito boa, MAS um pouco cansativa... demorou pra rolar o primeiro beijo e eles passam boa parte da história conversando sobre os cachorros do mocinho, sobre as adaptações que ele fez para a deficiência, sobre a cidade em que moravam...etc, mas o assunto principal são os cães-guia. Pra ser justa, esses detalhes todos tem um lado negativo (que a história fica um pouco monótona), mas também tem seu lado positivo: a riqueza de detalhes e informações sobre a vida de um cego traz MUITO mais realismo à história, a autora com certeza fez uma grande pesquisa para escrever o romance ou então tem algum parente cego...Como eu disse no início, ela foi MUITO convincente à respeito da cegueira dele. Isso pra mim é ponto muito positivo, porque já li várias histórias com personagens cego e 90% deles: eram rabugentos, tratando super mal a mocinha, Deus e o mundo, não havia nenhuma descrição sobre como eles se viravam no dia a dia com a cegueira e no final da história, milagrosamente todos eles voltaram a enxergar (inclusive tem uma história da Carole Mortimer, cujo mocinho volta a enxergar só por ter feito amor com a mocinha...ahhh vá! Menos fantasia, por favor). Essa história é um choque de realismo...Brendan já passou a fase da raiva e negação, por isso age como uma pessoa normal, sem "coitadices" e rabugices e tenta levar sua rotina o mais normal possível, sendo independente. No final, a visão não volta, nenhum milagre acontece. Ele está mais que satisfeito em ter encontrado um amor que o aceite como ele é e não o trate como um coitado.

Brendan é muuuito afoito, rsrs. A primeira vez deles foi rápida e inesperada...eles estavam no sofá trocando uns carinhos e de repente, sem avisar, Brendan entra nela com tudo! A segunda vez foi bem intensa, ele a prendeu contra a parede e...vocês sabem. O livro tem essas cenas mais calientes, mas não chega a ser super hot.

Acho que a única coisa que me incomodou foi o conflito fraco entre eles: Lynne não revelou seu passado de modelo e ele só soube através de um amigo que a reconheceu. Ele ficou super bravo por ela ter escondido (dou razão pra ele) e brigou com ela. Lynne ficou decepcionada com a reação dele e foi embora. Enfim, esse é o conflito. Achei fraquíssimo, não entendi porque ela escondeu sua carreira dele e era tão paranoica em não tocar no passado, afinal ela não fez nada de ruim ou vergonhoso; simplesmente viu que não era uma carreira pra ela e desistiu. Não havia razão plausível para omitir a verdade dele. Além disso, a briga que tiveram foi desproporcional à atitude dela, foi exagero brigar tanto e ir embora. Mas é claro que os dois se reconciliam.



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sábado, 14 de março de 2015

A família Cherokee - Sheri Whitefeather - Desejo 19



Deparar-se com a namorada desaparecida, Heather Richmond, na porta de casa com um bebê no colo, foi um choque para Michael Elk. Aquela loura deslumbrante tinha dilacerado seu coração quando sumiu há 18 meses. Agora, Heather reaparece e pede para Elk que assuma o bebê do irmão dela.

Temas: Índios, Reencontro, Mocinha determinada, Fazendeiros e Cowboys

Comentários - CONTÉM SPOILERS


Olá, meninas, acabei de postar o livro Cherokee baby, história do Bob e da Julianne, e agora vou compartilhar a história do Michael Elk, sobrinho do Bob.

Posso afirmar que essa autora saber mexer com as nossas emoções. Na história do Bob fiquei emocionada por causa da deficiência dele e a insegurança da Julianne por causa da idade. Mas nessa história do Michael e da Heather me emocionei muito mais. 
O casal cresceu junto. O meio-irmão dela, Reed (também descendente de índio cherokee) era melhor amigo de Michael. Mas Reed se afasta e entra no mundo do crime, enquanto isso Michael e Heather viviam juntos e felizes. Até o dia em que Heather some e só reaparece 18 meses depois com um bebê no colo, sobrinho dela.
Michael fica em choque, ele guardava muito rancor dela. Não conseguiu nem se relacionar com outras mulheres, pois ainda pensava nela. Mesmo assim não queria vê-la nem pintada de ouro.

Ela explica porque fugiu (uma história muito triste, não vou entrar em detalhes, mas envolve o irmão criminoso). Mesmo o motivo sendo convincente, o mocinho ainda não aceitou de bom grado e a tratou com muita frieza. Mas agora ela precisava da ajuda dele, para fingir que ele e ela eram pais do sobrinho dela e escapar do avô mafioso do menino.

No começo, Michael foi bem chatinho não querendo aceitar nem ela, nem o bebê. Mas depois é lindo ver como ele ficou envolvido e até desejando que ele fosse o pai verdadeiro do bebê.

As coisas entre os dois se acertam. A mocinha é muito determinada e em momento algum escondeu os sentimentos por ele. Mas ainda tem um segredo do passado que poderia arruinar a relação deles, um segredo muito triste e comovente.

Um momento muito triste do livro é quando a mocinha vê pela última vez seu irmão e ele se despede do filho, juro que rolou uma lágrima!

É uma história muito linda, com uma mescla de tristeza. Recomendo a leitura.


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Cherokee Baby - Sheri Whitefeather - Desejo 10




Julianne McKenzie viveu uma única noite de paixão com Bob Elk, um garanhão descendente da tribo de índios Cherokee, e agora está grávida. Bob, porém, pensa ter perdido a capacidade de amar e teme não poder dar a Julianne e ao bebê tudo o que eles merecem.
Mas de acordo com a tradição Cherokee, Bob tem de dar um lar para a criança, mesmo que não lhe entregue seu coração.

Homem. Mulher. Criança. Três almas ligadas pelo destino. Que só estará completo quando Bob enfrentar seu maior medo... E Julianne lhe provar o quanto ele merece ser amado.

Temas: Índios, Gravidez, Fazendeiros e Cowboys, Viúvos, Deficientes

Comentário - CONTÉM SPOILERS


Resuminho básico:

Julianne é divorciada e vai com 2 primas comemorar seus 40 anos num rancho-hotel. Chegando lá, fica de cara atraída pelo dono do lugar, Bob Elk, um lindo descendente de Cherokee, quarentão e viúvo. Ela decide se "jogar" e tenta conquistar Bob pra passarem pelo menos uma noite juntos. A coitada foi abandonada pelo marido que a trocou por uma mulher de 20 anos.
Bob fica imediatamente atraído por ela, mas não quer se envolver...ele se culpa pela morte da esposa e ele é deficiente, teve uma perna amputada no acidente que matou a esposa e não quer que ninguém veja a deficiência.
Eles tem uma noite de amor, ela vai embora e cada um continua sua vida. Até ela descobrir que estava grávida (ela achava que era estéril, por isso não se protegeu qndo fizeram sexo).
Ele fica satisfeito com a notícia e pede pra ela ir morar no rancho, mas não oferece casamento ou relacionamento mais sério. O arranjo entre eles dá certo, mas a atração é forte demais pra fingir que daria pra ser apenas amigos. Eles passam a ter relações, mas ele tem medo de se envolver por causa do trauma do passado e pelo fato de ser deficiente...ele simplesmente abomina a ideia de ela vê-lo sem calça e sem a prótese. Fiquei morrendo de dó dele..

O conflito do livro é: ele superar o passado e reconhecer que ela o aceita do jeito que ele é, sem perna ou com perna.

Também tem o conflito da Julianne: ela sente o peso da idade e se sente insegura por causa disso. E fica mais insegura ainda quando descobre que a falecida dele tinha apenas 22 anos quando morreu, era 17 anos mais  nova que ele. Então ela pensa que ele prefere as novinhas...



Gostei bastante desse livro, pois ele sai um pouco do usual:

- Primeiro porque a mocinha não é tão novinha como estamos acostumadas a ver nos livros. Julianne tem 40 anos e Bob 42. Já vi muito mocinho quarentão em livros, mas eles se relacionavam com mocinhas na casa dos 20.

- Após uma única noite de amor, Julianne engravida. Achei bacana o fato de Bob não tê-la pedido logo em casamento, acho que ele fez o que qualquer casal maduro faria: "Eu quero criar meu filho, então vem morar perto de mim, que te arranjo um emprego, te proverei e poderei acompanhar a gravidez e o crescimento do meu filho". Achei bacana porque em 99% dos livros o mocinho propõe logo casamento, a mocinha aceita e passa a viver na eterna dúvida "ele quer casar comigo só por causa do filho ou realmente sente algo por mim?" e assim ela se massacra durante toooooda a história. Nesse livrinho é diferente (acho que justamente por causa da maturidade do casal), os dois passam a viver perto um do outro, como "amigos" e depois quando se sentem preparados se casam.

Então se você gosta de livros com deficiência, mocinhas bem maduras, gravidez não planejada, pode gostar bastante dessa história.


A mocinha é descrita como uma irlandesa ruiva de olhos verdes. Pensei na atriz Amy Adams que também tem 40 anos:



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PS.: Tem a história do sobrinho do Bob, irei postá-la em seguida.





sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Perdidos em Sensações - Maureen Child - Desejo 180



Aí vem... A irmã do noivo.
Uma cerimônia de casamento era o último lugar em que Sam gos­taria de estar. Depois da morte de sua esposa, grandes festejos e multidões eram insuportáveis. Mas Tricia, um verdadeiro furacão de mulher e irmã do noivo, abalou a solidão à qual ele se impôs. E quando os arranjos para a noite começaram a ter contornos ín­timos, era apenas uma questão de tempo para que Sam colocasse um ponto-final em tudo. A paixão explosiva que sentiu nos mo­mentos em que estiveram juntos despertou nele sentimentos que ele imaginara estar enterrados para sempre. Sam poderia encon­trar uma razão para viver permitindo-se amar uma nova mulher?

Temas: Viúvos, Mocinha Determinada, Mocinha Ousada, Médicos(as)/Enfermeiras

Comentário - CONTÉM SPOILERS

Sam é médico e viúvo, que após a morte da esposa, isola-se do mundo. A contragosto, ele topa passar uns dias na casa do amigo Eric, porque este ia se casar. Chegando lá, depara-se com uma família enorme, alegre e barulhenta. O mocinho ficou assustado porque não estava acostumado com isso e preferia ficar sozinho.
Mas logo ele conhece a atraente irmã de seu amigo. Tricia era uma moça muito espontânea e simpática. Ela fica muito atraída pelo mocinho e dá um jeito de ele se hospedar na casa dela. Sam não estava nem um pouco satisfeito em ficar perto dela, pois também estava atraído, mas não queria nenhum envolvimento com ninguém.
Tricia é a caçadora e Sam a caça. A mocinha é um pouco chiclete, mas é legal. A mocinha devia estar na seca, a primeira vez deles (que não demora pra acontecer) foi intensa:

Tricia se contorcia, esfregando as nádegas contra ele até Sam sentir gotas de suor porejando em sua testa e lanças pon­tiagudas de desejo atravessando o seu corpo. Ele gemeu, e ela sorriu, jogando o cabelo para trás em uma selvagem nuvem loura e começando a remexer os quadris sobre ele, como se fosse um cavaleiro em um rodeio montando um cavalo sem sela.
E Sam realmente se sentia como um cavalo selvagem. [...]
Movendo-se lentamente, ela segurou os próprios seios enquanto ele olhava e, em seguida, acariciou-os com ges­tos longos, deliberados. Seus dedos brincavam com os pró­prios mamilos e a boca de Sam secou enquanto observava aqueles movimentos sensuais.

Sam se aproximou, levantou as pernas dela e as pousou sobre os próprios ombros. Ela olhou para ele com olhos arregalados. Suas mãos enormes lhe tomaram as náde­gas, segurando-as firmemente, apesar do quanto ela se contorcia.
- Sam...
- Tricia - interrompeu Sam rapidamente. - Cale a boca. Ela molhou os lábios outra vez, agarrou o lençol com as duas mãos como se estivesse se preparando para um terremoto, e disse:
- Certo.
Agarrando-lhe as carnes quentes e macias, ele ergueu o corpo dela e inclinou a cabeça para beijá-la. Sua boca lhe cobriu o sexo e sua língua percorreu sua carne mais íntima, àquela altura já sensibilizada.

Ela choramingou e girou a cabeça de um lado ao outro da cama. Suas mãos agarravam desesperadamente os lençóis. A língua de Sam lhe acariciava o sexo repetidas vezes e, ao encontrar a pequena protuberância de carne, ele a sugou delicadamente, causando-lhe uma sensação de abandono selvagem revolvendo as suas entranhas. 

É quente, né? As cenas de sexo são bem detalhadas.

A história é bem curta, apenas 61 páginas. Até o final o mocinho fica no dilema, pensa que está traindo a falecida, por isso não quer se entregar.

O que gostei:

- O livro é narrado pela perspectiva do mocinho. Gosto disso, pois em 99% dos livros é o ponto de vista da mocinha.

O que não gostei:

- Mocinhos viúvos geralmente são problemáticos. Mesmo tendo a mocinha aos seus pés, uma relação sexual maravilhosa, amor, etc, não querem apagar a memória da esposa pra entrar em um novo relacionamento.
- Eu gosto de mocinhas determinadas, mas nesse livro sempre é Tricia que toma a iniciativa: ela joga indiretas, comentários insinuantes, ela toma a iniciativa na hora de fazer amor...na 2ª vez que fizeram foi ela que apareceu no quarto dele e tirou a roupa. Meu filho, se mexe! Depois que ele falou que ia embora, que não ia dar certo o relacionamento, ela ainda insiste, confessa o amor...mesmo assim ele vai embora. Pelo menos no final é ele quem vai atrás dela e propõe casamento, seria o cúmulo se não fizesse isso, né?

É um livro bonzinho...pena que faltou ânimo no mocinho.

Quem leu, o que achou?




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